• Intercâmbio de idiomas na França? Conheça: ferramenta lista cursos curtos de francês

    Para ajudar quem quer estudar francês na França, berço do idioma, o Campus France desenvolveu uma ferramenta online para “filtrar” os cursos mais interessantes de acordo com o perfil de cada candidato.

    Oii, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer para vocês essa matéria super interessante do site Estudar Fora, e além disso, uma entrevista que fiz com uma estudante para o site meuintercambio, que possui experiência no país para contar!

    O catálogo de cursos, que está disponível no site da instituição, elenca cerca de 300 opções em diferentes regiões da França. O foco da ferramenta são os de curta duração e que se estendam por no mínimo uma semana. Como a ferramenta considera o calendário letivo francês, o candidato pode filtrar os programas em dois períodos. O primeiro, de verão, vai do mês de abril até outubro, e o de inverno inclui aqueles que acontecem entre novembro a março.

    Para os que esperam complementar o aprendizado do idioma com uma atividade extra, é possível buscar por categorias, como “moda” e “gastronomia”. Há, por exemplo, cursos voltados para escrita na Sorbonne, em Paris, assim como programas que mesclam aulas de francês e de culinária em Montpellier.

    Também há cursos voltados a áreas específicas de atuação, a exemplo de engenharia e hotelaria, bem como opções que oferecem certificação no idioma, como DELF e DALF. Não há nível mínimo de proficiência em francês e a lista abrange desde cursos introdutórios até os de nível avançado.

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  • Como é morar em Sidney, a cidade mais multicultural da Austrália

    Felipe, estudante de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e bolsista do programa Ciência sem Fronteiras na University of Technology Sydney, UTS, escreveu uma coluna no site Estudar Fora para  falar um pouco sobre a experiência na universidade

    Oii, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer para vocês esse depoimento incrível do jovem Felipe, que estudou na Austrália, e também o de Matheus Maia, entrevistado por mim para o site meuintercambio.net. Vamos conferir?!

    Como é o ensino nas universidades em Sidney

    “A metodologia de ensino utilizada na universidade é muito diferente do que eu estava acostumado no Brasil. Normalmente, as aulas da graduação são compostas por lectures – aulas expositivas compartilhadas com diferentes cursos de graduação da instituição – seguidas de tutorials, com um número reduzido de alunos, visando aprofundar o conteúdo explorado em sala de aula.

    “A minha carga horária de aulas é menor quando comparada com a do meu curso no Brasil. No entanto, as atividades fora de sala, como a produção dos famosos essays, são maiores. Esta flexibilidade de horário permite que os estudantes tenham um part-time job para cobrir o custo de vida elevado de Sidney, além de estimular o aprendizado de forma autônoma e independente. – Felipe

    Qualidade na educação

    “A qualidade da educação australiana é reconhecida internacionalmente e o país possui várias universidades entre as melhores do mundo em diferentes rankings. A UTS, onde estudo, por exemplo, foi classificada como a melhor universidade australiana e a vigésima primeira colocada global entre as universidades com menos de 50 anos. Localizada no coração de Sidney, a UTS possui mais de 40 mil estudantes de graduação e pós-graduação de diversas partes do mundo. – Felipe

    Matheus Maia é um brasileiro de 21 anos, que não se identificava com o urso que estava estudando no Brasil ou sua rotina.
    Ao surgir uma oportunidade de fazer um intercâmbio na Austrália, o garoto não pensou duas vezes: foi estudar com os cangurus.

    Perguntei ao Matheus como foi essa sua escolha, largar sua rotina e começar uma completamente diferente, como foi o início do processo.

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  • Boa notícia: vistos para estudantes brasileiros voltam a ser emitidos após pressão

    Situação volta a ser regularizada após meses de atraso e pressão das universidades, dos intercambistas e da Brasa (Brazilian Student Association).

    Oii, gente, tudo bem? Hoje venho trazer essa matéria incrível do site Estudar Fora. Confira as questões sobre os vistos que antes estavam sendo atrasados.

    No dia dia 26 de abril, o departamento de Estado norte-americano incluiu alunos do Brasil na categoria NIE (Exceções de Interesse Nacional), que permite a entrada direta no país sem a necessidade de entrevista e dos 14 dias de quarentena. Desde o ano passado, centenas de brasileiros que conseguiram bolsas de estudo ou foram aprovados em universidades norte-americanas aguardavam o agendamento das entrevistas para emissão dos vistos. 

    Entretanto, devido à situação brasileira, há meses as embaixadas estadunidenses cancelavam as entrevistas presenciais, até então necessárias para emissão do visto. “Tem estudante que marcou sete entrevistas diferentes e todas foram desmarcadas”, conta Rafael Monteforte, CEO da Brasa. Alguns alunos chegaram a ir para países como Chile e Equador, na tentativa de conseguir os documentos. 

    Até o ano passado, as universidades dos EUA mantiveram as aulas remotas durante o isolamento social. Entretanto, com o rápido avanço da vacinação no país, as instituições deram como certo o retorno das aulas presenciais no segundo semestre de 2021 – e início do ano letivo. 

    A mudança fez com que grande parte dessas universidades exigissem o retorno dos alunos para as aulas presenciais, com risco de perderem as vagas e bolsas caso não retornassem. A situação gerou um mal-estar que durou meses entre estudantes e o Itamaraty.

    No último dia 21 de abril, um grupo de mais de 1100 alunos, com apoio da Brasa, enviou uma carta ao Itamaraty pedindo ajuda. Paralelamente, a Associação de Universidades Norte-Americanas e outros consórcios estudantis estadunidenses assinaram uma carta para o Congresso norte-americano pedindo a liberação e vistos especiais para os alunos internacionais.

    “As universidades sempre se colocaram ao lado dos estudantes”, conta Rafael. Entre os argumentos utilizados para solicitar a abertura de fronteiras, está o grande impacto econômico negativo no sistema educacional superior do país. “Estudantes internacionais movimentam quase 45 bilhões de dólares ao ano na economia americana”, explica.

    No documento emitido pelo departamento de Estado norte-americano, conta que com a inclusão na categoria NIE, “brasileiros que tiverem visto de estudante válido (categorias F e M) e iniciarão os estudos a partir ou depois de 1º de agosto de 2021, poderão viajar ao país sem consultar a Embaixada ou os Consulados no Brasil”.

    Ótima notícia, certo?! Espero que tenham gostado do post!

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  • ÚLTIMOS DIAS: Fundação Boustany oferece bolsas para MBA em Harvard

    A Boustany Foundation, uma fundação suíça dedicada à promoção do talento jovem, está com inscrições abertas para bolsas de estudo para MBA em Harvard

    Oi, gente, tudo bem? Encontrei essa oportunidade incrível, postada pelo Estudar Fora, para estudar em uma das melhores universidades do mundo, e decidi trazer pra vocês! Mas ATENÇÃO as inscrições só vão até 31 de maio de 2021.

    SOBRE A BOLSA DE ESTUDOS:

    A bolsa cobre US$ 51.100 anuais das taxas do programa de Harvard (num total de US$ 102,2 mil pelos dois anos) e £ 30 mil das taxas do programa de Cambridge (que só tem um ano). Além disso, as despesas de acomodação e viagens relacionadas ao estágio ficam sob a responsabilidade da Fundação Boustany.

    Como se candidatar às bolsas de estudo para MBA


    Para participar, candidatos devem apresentar uma trajetória de mérito, excelente desempenho acadêmico e nunca ter feito um programa de MBA. Embora a candidatura seja aberta a pessoas de qualquer parte do mundo, candidatos de descendência libanesa terão prioridade.

    Parece que você tem muito tempo, mas não é bem assim. Isso porque para candidatar-se, você tem que ter sido aceito por:

    Harvard MBA: Harvard Business School (dois anos)

    Para concorrer às bolsas, é necessário enviar CV (com foto), pontuação no GMAT e carta de aceitação da universidade para o e-mail admissions@boustany-foundation.org.

    Uma lista de candidatos pré-selecionados será chamada para entrevistas com membros da fundação.

    Como contrapartida, os bolsistas selecionados devem fazer um estágio não remunerado de dois meses junto à Fundação Boustany. Os projetos são variados e estão relacionados às atividades da fundação ou de seus parceiros, e as despesas de viagem e alojamento durante o estágio serão cobertas pela fundação.

    Gostaram?! Incrível essa oportunidade, não?! Corram e se inscrevam logo!

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  • Por que o Canadá está focando em estudantes estrangeiros morando no país

    Canadá depende de imigrantes para recuperação da economia, que apresenta desafios

    Oi, gente, tudo bem?! Encontrei essa matéria incrível no site canadianinquirer.net e decidi traduzir para vocês! Pega o café e vambora!

    Com as viagens internacionais baixas e as metas de imigração altas, o Canadá tem aberto caminhos para que os candidatos à imigração doméstica se inscrevam para residência permanente.

    Pexels photo

    O governo canadense está dependendo de estrangeiros que provavelmente já moram no Canadá para cumprir suas metas de imigração para o ano. O Canadá se propôs a receber 401.000 novos residentes permanentes até o final de 2021. Normalmente, é possível solicitar a imigração canadense do exterior, mas as restrições de fronteira tornam difícil para os residentes permanentes aprovados no exterior viajarem para o Canadá.

    Conseqüentemente, o Canadá deve enfrentar o desafio de cumprir suas metas sem depender de candidatos estrangeiros. A pandemia empurrou a economia do Canadá para um território precário, mas especialistas dizem que altos níveis de imigração serão um importante inquilino para a recuperação a longo prazo.

    O governo canadense manteve seu apoio à imigração. Embora o desemprego ainda seja alto no Canadá devido às medidas de saúde pública relacionadas ao coronavírus, a retórica política manteve o curso sobre a imigração. Os imigrantes criam empregos e preenchem lacunas no mercado de trabalho, o que contribui para uma economia robusta.

    Para os que amaram a notícia e sonham em conhecer o Canadá, fiquem ligados neste blog, às terças feiras 10:00, sempre publico uma matéria com oportunidades para estudar fora nessa categoria.

    MAIS CAFÉ, POR FAVÔ!

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  • Confira como obter bolsas de doutorado na melhor universidade da Suíça

    Oi, gente! Hoje trouxe para vocês essa oportunidade incrível postada pelo site Estudar fora, confira!!

    ETH Zurich, a melhor universidade da Suíça (e uma das 10 melhores do mundo) de acordo com os principais rankings universitários, está recebendo inscrições para as Engineering for Development (E4D) Doctoral Scholarships. O programa de bolsas de doutorado na Suíça contemplará dois estudantes de países em desenvolvimento (incluindo o Brasil) com bolsas para realizar seu doutorado na ETH Zurich. As inscrições vão até 30 de abril.

    O valor da bolsa é de 175 mil francos suíços (equivalentes a cerca de R$ 1,063 milhão na cotação atual) por três anos de doutorado, com possibilidade de extensão. Desse total, 166.800 francos suíços serão o salário do pesquisador ao longo dos três anos, e ous outros 8.200 francos serão referentes a despesas como passagens aéreas, auxílio-instalação e outros custos de deslocamento até o país.

    De acordo com o edital da bolsa, o valor do salário deve ficar dentro dos padrões da ETH Zurich. Por isso, caso os padrões da universidade mudem ao longo do período da bolsa, o valor total dela pode mudar também.

    Para se candidatar, é necessário preencher um formulário (disponível neste link) referente à sua proposta de pesquisa. Nele, o candidato deve explicar sua proposta, quais são seus objetivos, por que ela é relevante e como ela pode beneficiar pessoas pobres em países de baixa renda.

    Junto com a proposta, é necessário enviar também uma série de documentos, como CV, histórico acadêmico e duas cartas de recomendação. Outros documentos que o candidato julgar adequados, como publicações ou atividades prévias pertinentes à sua proposta, podem ser incluídas também. Os documentos devem ser enviados para o endereço e4d@sl.ethz.ch até o dia 30 de abril.

    Estudantes pré-selecionados precisarão depois elaborar, junto com seus supervisores na ETH Zurich, um projeto de pesquisa mais completo. Mais detalhes sobre essa segunda etapa podem ser vistos no edital do programa de bolsas.

  • Saiba como é fazer intercâmbio na Noruega

    Oi gente, tudo bem?! Hoje trouxe essa matéria que vai falar um pouco sobre como é estudar na Noruega, postada pelo site Estudar Fora!

    O país tem uma população bem reduzida, se comparada ao Brasil. São, ao todo, 5,3 milhões de habitantes. Por isso, a Noruega procura profissionais estrangeiros para suprir a demanda em áreas como as de engenharia, principalmente aqueles que atuam nas áreas de perfuração, automação, hidráulica, mecânica e mecatrônica. A procura também é grande, em especial, nas indústrias de petróleo, gás e naval. Além disso, há oportunidades para médicos, enfermeiros e profissionais de educação.

    Como funciona o ensino superior na Noruega?

    De acordo com o site studyinnorway.no, “universidades públicas da Noruega não cobram, por padrão, anuidade de qualquer estudante, incluindo estudantes internacionais. Isto se aplica para todos os níveis, incluindo graduação, mestrados e PhD. No entanto, os estudantes deverão pagar uma taxa semestral de manutenção que varia entre 300 e 600 coroas norueguesas”, o que dá cerca de R$ 150 a R$ 300 na cotação atual.

    Comparando com os valores de anuidade de universidades americanas e inglesas, e até mesmo com universidades particulares do brasil, estas 600 coroas – ou 300 reais – são um valor simbólico. O custo de vida no país, porém, é considerado um dos mais altos do mundo. Estima-se que um estudante possa gastar entre 7 e 9 mil coroas por mês, equivalente a aproximadamente 3,5 a 4,5 mil reais.

    Intercâmbio na Noruega: como funciona o visto de estudante?

    Para requisitar o visto de estudante ao governo norueguês, o aluno precisa apresentar documentos como a carta de aceitação de sua universidade e comprovante de residência no país. Além disso, deve depositar, em uma conta bancária da Noruega, o valor estimado para sobreviver ao longo de todo o ano acadêmico, que é cerca de USD 11.700.

    Também é possível recorrer a bolsas de estudos para estudar no país. O programa Mobility Grant for Norwegian Language and Literature, por exemplo, oferece USD 1.200 mensais a alunos que desejam estudar a cultura norueguesa por um a três meses no país.

    Quais são as melhores universidades da Noruega?

    Universidade de Oslo já é reconhecida pela sua qualidade de ensino e é a melhor colocada em rankings internacionais. Em 2015, o ranking da Times Higher Education a considerou a 135ª melhor do mundo, e a sétima dos países nórdicos. A instituição possui aproximadamente 27 mil estudantes e é a única universidade do mundo que já esteve envolvida em uma premiação do Nobel – o Nobel da Paz foi concedido no átrio da Universidade entre 1947 e 1989.

    Em segundo lugar entre as instituições norueguesas, está a Universidade de Bergen, localizada na segunda maior cidade do país. Ao todo, a universidade tem mais de 16 mil estudantes, e por volta de 1500 são estrangeiros. Como a maioria das instituições de ensino superior da região, Bergen não cobra tuition, apenas um valor simbólico por semestre. Com sete faculdades, Bergen agora ganha força também com programas multidisciplinares de mestrado.

    Intercâmbio na Noruega durante o ensino médio

    Outra opção para quem deseja estudar na Noruega está nos United World Colleges (UWC), colégios internacionais localizados em diversos países, que têm como missão promover a paz e a compreensão entre os povos por meio da educação. O UWC oferece bolsas parciais e integrais de estudo a jovens que tenham entre 15 e 18 anos de idade e estejam no primeiro ou segundo ano do ensino médio.

    Mestrado em Negócios Internacionais na Noruega

    Para quem deseja fazer mestrado na Noruega, há diversas opções de cursos em inglês. Um deles é o de Mestrado em Negócios Internacionais, ministrado pela Escola Norueguesa de Economia (NHH), em Bergen – a maior instituição de pesquisa em economia e administração de empresas da Noruega.

    O programa visa capacitar profissionais que queiram seguir carreira em multinacionais ou mesmo empresas menores que tenham muitos negócios no exterior. Financiado pelo governo, o mestrado é gratuito e tem duração de dois anos. As inscrições abrem em novembro.

  • Quer estudar no Canadá? Grupo educacional oferece bolsas para brasileiros

    Oii, gente, tudo bem?!

    Hoje venho trazer para vocês essa oportunidade incrível postada pelo site EXAME: Grupo oferece uma ampla variedade de formações acadêmicas, incluindo programas de bacharelado, mestrado, diplomas e certificados, além de MBAs!

    A GUS Canadá, braço canadense da rede Global University Systems, está oferecendo bolsas de estudos para brasileiros nas principais cidades e instituições do Canadá, como a University Canada West (UCW), Toronto School of Management (TSoM), Canadian College of Technology and Business (CCTB) e Trebas Institute Montreal.

    O grupo oferece uma ampla variedade de formações acadêmicas, incluindo programas de bacharelado, mestrado, diplomas e certificados, além de MBAs (Master of Business Administration), voltados para as áreas de négocios, tecnologia, turismo, entre outros.

    Com exigência mínima de nível intermediário da língua inglesa, os interessados ainda contam com planos de pagamento flexíveis, conforme regras de cada instituição, além da possibilidade dos estudantes trabalharem para arcar com parte das despesas.

    Em Montreal, a maior cidade da província de Quebec e o segundo município mais populoso do Canadá, o francês é a língua oficial, o que pode ser um atrativo para a prática de dois idiomas ao mesmo tempo.

    Quem deseja viver na cidade, pode optar por programas na renomada Trebas Institute Montreal, que está oferecendo bolsas de CAD 10 mil (em torno de 45 mil reais) nos cursos de e-commerce e gestão de negócios, além de produção audiovisual. Os programas partem de CAD 9 mil/ano (em torno de 40 mil reais/ano) e são elegíveis ao PGWP, o visto de trabalho por até três anos após a conclusão do curso.

    Toronto, a maior cidade do Canadá, é conhecido por ser um centro internacional de negócios, finanças, arte e cultura, com muita qualidade de vida e segurança, sendo considerada uma das melhores cidades do mundo para se viver. 

    Lá, a opção é a Toronto School of Management (TSOM), que oferece programas nas áreas de negócios, turismo e hospitalidade, dados e tecnologia. A escola está com bolsas de até 55% nos cursos para início em 2021 ou 2022. Os cursos de 31 semanas partem de CAD 4.745 (em torno de 21 mil reais).

    Em Vancouver, que fica na costa oeste do Canadá, os estudantes têm duas opções de escola, a Canadian College of Technology and Business (CCTB) e a University Canada West (UCW).

    A primeira oferece programas nas áreas de negócios e tecnologia com bolsa de estudos de até 50%. Os cursos de 42 semanas partem de CAD 6.500 (em torno de 29 mil reais). Já a segunda, oferece programas de bacharelado, MBA e Associate of Arts. “O grande destaque da UCW é o Associate of Arts, que está por CAD 13.920 (em torno de 63 mil reais) para os dois anos”, destaca Jéssica Carvalho, gerente de produtos da SEDA Intercâmbios. Os três programas são elegíveis ao visto de trabalho por até três anos após a conclusão do curso. Os cursos têm início previsto para 2021 ou 2022.

    Os interessados devem se inscrever neste link.

  • Você sabe o que é um PhD? Confira

    Depois de concluir um bacharelado o estudante pode seguir dois caminhos para obter um PhD

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer uma matéria interessante do Guia do Estudante, para vocês sobre algo que falamos muito, mas pouco conhecemos: PhD.

    Na tradução literal, o significado de PhD é “doutor em filosofia”. A raiz do termo Ph.D é uma abreviação de “Philosophy Doctor”. Mas o que é PhD para além desse significado?

    Segundo Daniel Costa, coordenador local da Euraxess,  PhD vem da expressão latina “philosophiae doctor”, título que era concedido a quem chegava ao final de estudos em determinada área. E não precisava ser em filosofia: a palavra “philosophiae” remete à sua origem grega, de “amor ao conhecimento”.

    Por isso, a rigor, o título na prática é concedido a pessoas que atingem o nível acadêmico mais alto em sua área de estudo.  O significado de PhD é o mesmo que o de um doutorado.

    Significado de PhD e outros tipos de doutorado


    No Brasil, o mais comum é que programas de doutorado tenham enfoque acadêmico – o que não é necessariamente o caso para programas no exterior. Nos Estados Unidos, por exemplo, o governo reconhece inúmeros doutorados com foco na prática profissional.

    O nível da formação é equivalente, mas programas acadêmicos e práticos têm currículos e propósitos diferentes. Outros doutorados oferecidos incluem:

    Quanto tempo dura?


    Dependendo do programa, pode-se levar entre 4 e 8 anos para completá-lo. Normalmente, programas de PhD incluem dois ou três anos de estudos e uma dissertação – que é um projeto independente de pesquisa desenhado para construir novos conhecimentos no seu campo e ser de qualidade digna de publicação.

    Quem pode fazer?


    Depois de concluir um bacharelado, um estudante pode seguir dois caminhos para obter um PhD.

    Alguns programas de doutorado admitem estudantes que tenham apenas a graduação, enquanto outros exigem que seja feito um mestrado antes.

    Em ambos os casos, é necessário passar pela admissão ao PhD, comprovando produção científica relevante para o tema e apresentando, em muitos casos, histórico acadêmico e profissional.

  • “Me formando de kimono e afro” – Marina Melo, Única negra em universidade japonesa, comenta sobre sua experiência

    Marina Melo fez Mestrado em História em Universidade de Tohoku, no Japão; para ela, é preciso incentivo para jovens estudarem fora

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje decidi trazer para vocês uma história inspiradora: a da Marina Melo.

    Única estudante negra da área de Humanas na instituição de ensino japonesa, Marina escreveu uma dissertação, em inglês, sobre Kishida Toshiko (1863 – 1901), uma das primeiras feministas japonesas, e seus escritos em revistas femininas em uma época que as regras patriarcais no país oriental eram bem mais rigorosas.

    “Ela foi uma das primeiras mulheres a estudar em escola púbica e fazer ensino superior em Kyoto, foi escolhida para ser tutora da imperatriz na época”, diz. “Só que ela não gostava da vida no palácio, se aproximou de um movimento popular pela liberdade e foi convidada a dar palestras sobre a vida das mulheres no Japão. E chegou a ser presa por questionar as regras.”

    De Itaquera para o Japão, e o fascínio pela cultura do país

    Moradora de Itaquera, zona leste de São Paulo, até os 15 anos, e formada em Letras na USP, Marina tem fascínio pela cultura japonesa desde pequena, quando embarcou na febre dos desenhos japoneses que apareciam na TV brasileira entre os anos 90 e 2000.

    Fora do ambiente familiar, no entanto, o acesso à cultura japonesa não era tão incentivado, e o racismo tem tudo a ver com o que Marina e outras pessoas negras passam quando se aproximam dos símbolos e produtos do lugar. “Uma vez, um professor não me aceitou no curso de japonês porque disse que eu não tinha a ver com a cultura e, por isso, não tinha por que eu aprender. Minha mãe foi lá e disse: ‘Quem é você para dizer o que minha filha pode aprender ou não?'”

    No Japão, ela afirma não ter passado situações racistas tão diretas. “Eles são bem discretos nesse quesito. Mas tem algo muito sério, que é perguntar por que minha palma da mão é mais clara do que o resto do corpo e tem uma coisa de pegar no meu cabelo, perguntar porque que ele é assim.”

    Que existam muitas Marina’s por aí: fortes, determinadas e prontas para lutar contra todo e qualquer tipo de racismo! Prontas para acreditar nos seus sonhos, sempre!