Resenha: Medo Clássico, Edgar Allan Poe

Oi, gente, tudo bem? 

Hoje venho trazer para vocês a resenha do meu primeiro livro de contos: Medo Clássico, de Edgar Allan Poe. 

Antes de começar a resenha, sinto que preciso dizer quem foi Edgar Allan Poe, para quem não o conhece ou não se lembra, entender um pouco sobre o assunto.

“Ao longo de sua carreira foi autor de contos, poemas, editor e crítico literário. Hoje é reconhecido como um dos primeiros escritores de conto e também inventor do gênero de ficção policial, além de contribuições ao gênero de ficção científica. Poe foi integrante do movimento romântico americano. Após a publicação de sua primeira obra de poemas, o escritor trabalhou em jornais e revistas como crítico literário, e começou a escrever também em prosa.

Dentro do romantismo, é mais identificado com a parte sombria, pois trabalhou com temas como a morte, o mistério, o terror em uma pegada gótica. Alguns de seus biógrafos apontam que a escolha dos temas em parte vinham mais pelo gosto do público do que do próprio escritor, por isso ele também escreveu sobre pseudociência, frenologia e fisiognomia “ (Blog poemese)

Pois bem, o livro, publicado pela Darkside, capa dura e muito bem feito, já tem exatamente a estética do conteúdo que ele aborda: gótico, aterrorizador, com uma caveira na capa e o símbolo oficial do Poe: corvo. 

São quinze contos, divididos em cinco partes: O Espectro da Morte, Narradores homicidas, Detetive Dupin, Mulheres Etéreas e Ímpeto Aventureiro. 

CRITICA

Como antes dito aqui, é um estilo gótico, e bem fora da casinha – se era na época, hoje em dia ainda permanece, na minha opinião -. Os contos são ate meio longos, e eu nao posso negar que tinha alguns favoritos (o mais magico da escrita do Poe é você começar a ler um conto seu, achar que imagina como será o final, mas é completamente surpreendido com o que ele te tras), e, digo, ler assim é delicioso, eu acredito. 

Gosto de ser surpreendida. 

Mas não posso mentir, foi uma leitura cansativa, pesada, difícil. Não achei fluida, principalmente porque o livro tem aquele vocabulário mega formal e hoje em dia desconhecido por muitos e principalmente, pela juventude. Eu, que estou acostumada a ler livros até mesmo com gírias, encontrei dificuldade para conseguir finalizar. 

É um excelente livro para quem gosta de literatura envolvendo mistério e histórias meio macabras. 

De 0 a 10, 5.

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