• Resenha: Violetas na janela

    AUTOR(A) –

    A paraisense Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho é uma das autoras que mais vende livros no Brasil. Suas mais de 70 obras mediúnicas publicadas atingem milhões de pessoas, que buscam em suas páginas, consolo e explicação para inúmeras questões que os afligem.

    SINOPSE-

    Patrícia desencarnou aos dezenove anos. No mundo dos espíritos, recorda que despertou tranquilamente no plano espiritual, sentindo-se entre amigos. Feliz com a acolhida, adaptou-se à nova vida auxiliada por espíritos benfeitores que a receberam na Colônia São Sebastião.

    Em Violetas na janela, Patrícia explica o que é a desencarnação. Descreve as belezas do plano espiritual, onde não faltam trabalho, estudo e diversão. No início, estava cheia de dúvidas… Do que se alimentaria? O que vestiria? Sentiria as mesmas necessidades? Enfrentaria o calor, o frio? Aos poucos, tudo se esclareceu ao conviver com outros jovens desencarnados.

    Conheça o outro lado da vida: entenda como devemos proceder diante da morte de um ente querido – o que fazer para superar a separação e confortar aquele que partiu. Patrícia exemplifica a lição, relembrando a inesquecível ajuda que recebeu de familiares espíritas. 

    OPINIAO –

    Uma amiga do coração me indicou esse livro várias e várias vezes, e eu postergava a leitura.

    Mas como tudo acontece no tempo certo, li esse livro justamente quando, sem nem saber, precisaria dos ensinamentos dele dias depois.

    É um material incrível, e durante toda a leitura senti que estava acompanhada, de uma boa forma. Sem medo, sem terror.

    Patrícia me fez aprender tanto sobre o mundo espírita, que ao termina-lo, só pude agradecer a ela e mandar muita, mas muita luz mesmo.

    Que espírito incrível.

    Capítulos curtos, escrita super tranquila, mas é um livro que deve ser lido aos poucos, digerindo devagar cada informação que se recebe.

    De 0 a 10 , 10.

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  • Resenha: Entre estantes

    AUTOR(A)-

    Olívia Pilar é mestra e doutoranda em Comunicação Social pela UFMG e estuda representatividade. Escritora, busca trazer essa temática para suas histórias que têm protagonistas negras e garotas que gostam de garotas. Publicou cinco contos independentes pela Amazon, “Entre estantes”, “Tempo ao tempo”, “Dia de domingo”, “Pétala” e “Quando o sol voltar”; participou de quatro coletâneas de contos também publicadas na Amazon e da coletânea jovem adulta da editora Plataforma 21, “Todo mundo tem uma primeira vez”. Também uma das autoras da coletânea “De repente adolescente”, da editora Seguinte.

    SINOPSE-

    Isabel quer provar para todos que pode ser boa no curso que escolheu. Mas o que ela não imaginava ao ir buscar um livro na biblioteca da faculdade é que, antes de provar qualquer coisa, ela precisa conhecer a si mesma.

    OPINIÃO-

    Um conto LGTB curtinho, mas cheio de sentimento!

    Em poucas páginas Olívia te faz se apaixonar por Isabel e sua simplicidade, sua coragem mesmo.

    Li em poucos minutos, e fiquei com um gostinho enorme de ‘quero mais’.

    A autora possui diversos outros contos publicados. Super indico a leitura!

    De 0 a 10, 10.

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  • Resenha: O crime da novela das 8

    SINOPSE-

    Um caso trágico, mas também inédito: a crônica policial, no mundo, não registra outro igual. Trágico e inédito, mas também explosivo: mexe com as pessoas comuns, aprofunda como nunca a discussão sobre o papel da televisão, provoca reações no governo do Rio de Janeiro, no Congresso e na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, leva a imprensa abrir um debate sobre a adoção da pena de morte… Um caso como esse merecia virar livro – e virou!

    OPINIÃO-

    Livro bem curtinho e de leitura rápida, mas senti que faltou muita coisa.

    Dados, contextualização, um pouco mais sobre a vítima, sobre o assassino, a família dos dois, o contexto da época e sobre a novela que os dois gravaram nessa época do crime… enfim, pra mim faltou bastante coisa, na minha opinião.

    Para quem não conhece, a morte da atriz Daniella Perez foi um caso policial notório no século XX no Brasil. Ocorrido em 28 de dezembro de 1992, recebeu ampla cobertura da imprensa e causou comoção popular. Daniella, que era atriz e à época trabalhava na telenovela De Corpo e Alma, foi assassinada por Guilherme de Pádua, ator com quem fazia par romântico na trama, e por Paula Thomaz, esposa de Guilherme na época. O corpo da atriz foi encontrado num matagal, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, perfurado com dezoito golpes fatais de punhal, que causaram choque hipovolêmico.

    O caso chocou o Brasil pelos envolvidos serem artistas muito conhecidos e que trabalhavam juntos. A primeira notícia do caso veio a público um dia depois, em 29 de dezembro de 1992, quando foi noticiado juntamente a outra grande notícia de repercussão nacional, a renúncia do então Presidente da República Fernando Collor de Mello. Os dois assassinos foram condenados por júri popular e libertados em 1999. O caso foi listado em 2015 pelo portal Brasil Online (BOL) e da Superinteressante (2015) ao lado de outros crimes que “chocaram” o Brasil.

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  • Resenha: Flores para Algernon

    AUTOR(A)- Daniel Keyes

    Daniel Keyes nasceu no Brooklyn em Nova York, frequentou por um breve período a Brooklyn College, mas desistiu da universidade para entrar na marinha americana. Ele é autor de oito livros, incluindo o clássico Flores para Algernon, publicado pela primeira vez em 1966. Além de trabalhar como marinheiro, Keyes também foi editor de ficção, professor do ensino médio e universitário na Universidade de Ohio, onde foi homenageado como Professor Emérito em 2000. Ele ganhou o Hugo e o Nebula, prêmios por seu trabalho como escritor e foi escolhido como Autor Emérito da Science Fiction e Fantasy Writers of America em 2000.

    SINOPSE-

    Com excesso de erros no início do romance, os relatos de Charlie revelam sua condição limitada, consequência de uma grave deficiência intelectual, que ao menos o mantém protegido dentro de um “mundo” particular – indiferente às gozações dos colegas de trabalho e intocado por tragédias familiares. Porém, ao participar de uma cirurgia revolucionária que aumenta o seu QI, ele não apenas se torna mais inteligente que os próprios médicos que o operaram, como também vira testemunha de uma nova realidade: ácida, crua e problemática. Se o conhecimento é uma benção, Daniel Keyes constrói um personagem complexo e intrigante, que questiona essa sorte e reflete sobre suas relações sociais e a própria existência. E tudo isso ao lado de Algernon, seu rato de estimação e a primeira cobaia bem-sucedida no processo cirúrgico.

    Perturbador e profundo, Flores para Algernon é tão contemporâneo quanto na época de sua primeira publicação, debatendo visões de mundo, relações interpessoais e, claro, a percepção sobre nós mesmos. Assim, se você está preparado para explorar as realidades de Charlie Gordon, também é a chance para perguntar: afinal, o mundo que sempre percebemos a nossa volta realmente existe?

    OPINIÃO-

    Que livro difícil.

    Se eu não me engano, foi o primeiro -ou um dos- livro de ficção científica que li na vida.

    Foi estranho no começo, confesso que fiquei um bom tempo esperando um plot twist, esperando algo a mais, esperando… e quando estava no final, e eu percebi que não viria nada, que era aquilo mesmo que estava lendo, fui capaz de entender.

    É um material bem triste, e coloca em questionamento vários temas como até onde a ciência intefere na nossa vida, até onde a gente deixa -e acredita- que isso possa dar certo.

    Charlie, o personagem principal, é incrível. Super corajoso, e nos faz ter um olhar diferente, mais inclusivo possível, para com pessoas com uma condição especial como a dele. É bem incrível.

    As primeiras páginas são em formato de relatório, apenas, e logo depois começam a aparecer alguns diálogos, também. Mas o livro inteiro é contado dessa forma. Foi bem diferente esse aspecto pra mim, mas tranquilo de se acostumar!

    De 0 a 10, 10.

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  • Resenha: Aluga-se um pai

    AUTOR(A)-

    Mora em Santa Catarina, esposo e filhos. Tem trinta e quatro anos. É formada e pós graduada em pedagogia, mas atualmente trabalha em tempo integral nas suas histórias.

    SINOPSE-

    Lilian Anderson nunca tinha procurado por um prostituto, mas grandes problemas exigem medidas extremas, e aquele era um puta problemão!

    Depois de tomar um calote de sua sócia, havia um agiota lhe ameaçando de morte e dívidas se acumulando em sua mesa. Ela precisava fazer dinheiro rápido e quando surgiu a oportunidade de organizar um casamento luxuoso, aceitou no mesmo instante. O problema é que seus clientes eram do tipo família super tradicional e nem pelo capeta ela conseguiria aquele trabalho se eles descobrissem que seu filho não tinha um pai, e sua única saída foi alugar um pai de mentirinha.

    Quando ela conheceu o acompanhante Dom Trambley soube que ele era o cara perfeito para aquele trabalho. Extremamente bonito. Gentil. Educado. E por coincidência, tinha os olhos azuis iguais os de Oliver, seu filho.

    Se envolver com um prostituto estava completamente fora de cogitação, mas como não se envolver quando Dom era simplesmente o homem mais perfeito que ela já havia conhecido em toda a vida?

    Eles tinham um prazo. Um final de semana fingindo que eram a família perfeita e tudo deveria voltar a ser como antes.

    Mas Dom não era um acompanhante à toa, e conforme Lilian foi conhecendo o seu passado, mais ligada a ele ficava, e de repente, um final de semana não seria suficiente para eles. E certamente as coisas nunca mais seriam como antes.

    OPINIÃO-

    Encontrei esse livro gratuito na AMAZON e baixei apenas para uma leitura rápida, ao ver que seria um romance leve: estava doida para ler um destes.

    Os personagens são incríveis, é um enredo super bem construído e me relembrou muito aquelas comédias romanticas que a Jennifer Lopez estrearia, sabe?! Apesar da personagem principal Lilian, ser um tanto teimosa demais, é uma história que super vale a pena ser lida!

    A escrita da autora é super flúida, tranquila. Foi um livro que li em cerca de 2 dias, sentei e terminei mesmo. Capítulos curtos da forma que eu gosto, a autora instiga o tempo inteiro o leitor para continuar lendo o material!

    De 0 a 10, 10!

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  • Resenha: Os Bridgertons – O Duque e eu

    AUTOR(A)-

     Julia Quinn

    JULIA QUINN começou a trabalhar em seu primeiro romance um mês depois de terminar a faculdade e nunca mais parou de escrever. Seus livros foram traduzidos para 37 idiomas e ultrapassaram a marca de 15 milhões de exemplares vendidos, sendo mais de 2 milhões no Brasil. A série Os Bridgertons foi adaptada pela Netflix e se tornou um sucesso instantâneo, quebrando os recordes de audiência da plataforma. Julia é formada pelas universidades Harvard e Radcliff e e foi a autora mais jovem a ser incluída na Galeria da Fama dos Escritores Românticos dos Estados Unidos. Atualmente mora com a família no Noroeste Pacífico.

    SINOPSE-

    As mães casamenteiras da alta sociedade londrina estão ao rubro: Simon Bassett, o atraente (e solteiro!) duque de Hastings, está de volta a Inglaterra. O jovem aristocrata mal sabe o que o espera pois a perseguição das enérgicas senhoras é implacável. Mas Simon não pretende abdicar da sua liberdade tão cedo…Igualmente atormentada pela pressão social, a adorável Daphne Bridgerton sonha ainda com um casamento de amor, embora a sua espera por um príncipe encantado comece já a ser alvo de mexericos. Juntos, os jovens decidem fingir um noivado, o que garantirá paz e sossego a Simon e fará de Daphne a mais cobiçada jovem da temporada.Mas, entre salões de baile e passeios ao luar, a paixão entre ambos rapidamente deixa de ser ficção para se tornar bem real. E embora Daphne comece a pensar em alterar ligeiramente os seus planos iniciais, Simon debate-se com um segredo que pode ser fatal.

    OPINIÃO-

    Sem assistir a série da Netflix – e fugindo de spoilers- li esse romance da Julia Quinn. Ela tem vários romances publicados, e esse foi o primeiro que eu li para experimentar sua escrita.

    O livro é um romance meio clichê, mas bem fundamentado. Trabalha ao redor de uma questão pessoal do personagem principal, que não é muito vista em outros livros, em tese.

    O livro não é muito cansativo, mas admito que demorei a “pegar no tranco”! Lá pro meio que as coisas começaram a ficar mais ‘quentes’, que fui me envolver de verdade. Foi uma boa leitura, no todo.

    Uma questão que me irritou bastante foram os capítulos grandes. Sério. Capítulos ENORMES. Isso me incomodou, porque gosto de ler às vezes rapidinho, poucas páginas, e tenho nervoso de parar de ler no meio de um capítulo: gosto sempre de finalizar todo ele, né.

    Mas, tirando isso, é um bom romance de época para se ler.

    De 0 a 10, 5.

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  • Resenha: Harry Potter e a câmara secreta

    Sobre a autora:

    J. K. Rowling

    Joanne “Jo” Rowling, mais conhecida como J. K. Rowling, é uma escritora, roteirista e produtora cinematográfica britânica, notória por escrever a série de livros Harry Potter. Os livros ganharam uma popularidade mundial, recebendo múltiplos prêmios e vendendo mais de 500 milhões de cópias. Eles se tornaram a série literária mais vendida da história. A Warner Bros. adaptou os livros para o cinema, fazendo com que os filmes entrassem na lista de filmes de maior bilheteria.

    Nascida em Yate, na Inglaterra, Rowling teve a ideia de escrever a série enquanto estava num trem indo de Manchester para Londres, em 1990. Em um período de sete anos, Rowling vivenciou a morte de sua mãe, o nascimento de sua primeira filha, seu divórcio com seu primeiro marido e uma crise financeira pessoal até que, em 1997, finalizou o primeiro dos sete livros da série, Harry Potter e a Pedra Filosofal e o último, Harry Potter e as Relíquias da Morte, em 2007.

    SINOPSE-

    Harry Potter e a Pedra Filosofal é o primeiro dos sete livros da série de fantasia Harry Potter, escrita por J. K. Rowling. O livro conta a história de Harry Potter, um órfão criado pelos tios que descobre, em seu décimo primeiro aniversário, que é um bruxo.

    OPINIÃO-

    Apesar d’eu conhecer Harry Potter desde que eu tinha uns 7, 8 anos de idade, nunca tinha pensado em ler o livro.

    Lembro que cheguei até a ganhar o DVD do primeiro filme e que tinha medo do Harry (que??kk).

    Ler esse livro me deu um gostinho de infância, de me aventurar no mundo da magia, gigantesco. E foi incrível.

    Foi uma experiência super positiva, muitos elementos são parecidos com o filme, mas notei que algumas cenas eram novas, não estavam presentes no filme! Foi gostosinho, ler o livro imaginando o que poderia acontecer, mas ao mesmo tempo, tomar cuidado e ler com cuidado, não “tomar por garantido” que eu saberia tudo o que leria pela frente.

    A escrita de J.K é super flúida, ela usa um vocabulário super acessível, os capítulos são curtos, e por o livro ser fininho também, é super tranquinho e rápido de ler.

    Com certeza irei ler os próximos.

    De  0 a 10, 10.

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  • Resenha: A paciente silenciosa

    Sinopse:

    Alicia Berenson é uma pintora internada há seis anos num hospital psiquiátrico judiciário por ter matado o marido e que, desde o assassinato, não fala; Theo Faber é um psicoterapeuta obcecado pela história de Alicia e que consegue ser admitido no hospital como terapeuta.

    Crítica:

    Esse foi o livro com o maior plot twist que já li, em toda minha vida. Acredito até mesmo que depois eu faça uma re-leitura, porque com certeza será interessante: prestar atenção em detalhes e cenas que deixei passarem batidos, sem eu notar alguma informação.

    Confesso que eu estava desestimulada no começo da leitura,que foi até mesmo arrastada por mim. O livro é contado pela perspectiva do psicólogo de Alicia, e também, por partes do diário de Alicia. É muito interessante.

    O final do livro, que ficou mais “quente” e atingiu seu ápice com informações sinistras, é que faz o leitor engajar na leitura. Li o livro no final de uma madrugada, não aguentei nem esperar pela minha amiga, que estava em uma leitura coletiva comigo, lendo comigo esse material.

    De 0 a 10, 10.

  • Resenha: Engano Irresistível

    Sinopse:

    Um novo sucesso erótico da autora best-seller do The New York Times — Vi Keeland! A primeira vez que vi Caine West foi em um bar. Ele notou que eu o estava encarando e deduziu que fosse um flerte. Quando veio falar comigo, coloquei-o na linha, exasperando tudo o que eu pensava sobre ele ser um mentiroso, traidor e egocêntrico. Sabe, aquele delicioso canalha havia levado minha amiga para jantar; depois, foram para cama e ele nem sequer mencionou que era casado. Por isso, merecia cada xingamento que saía da minha boca. Quando terminei, um sorriso preguiçoso se expandiu em seu rosto perfeito em resposta ao meu sermão. Só então percebi que o homem para o qual eu vociferava impropérios não era o cara certo. Ops. Lindo engano.

    Crítica:

    Li esse livro por um acaso, ele acabou “se enfiando” dentro das minhas leituras de Abril, por incrível que pareça!

    Foi um livro bem leve, os capítulos mais ou menos grandes, mas de certa forma a autora estimula o leitor a continuar lendo o livro sem parar. Foi um dos poucos que terminei em 2 dias. Foi uma leitura bem tranquila. Com personagens marcantes, achei que a escritora explorou pouco o desenrolar da história.

    Tinha de tudo para ser um enredo super quente e promissor, mas senti que no final do livro, ela não explorou muito bem o tanto de informação que já tinha exposto aos seus leitores, sobre seus personagens.

    De 0 a 10, 6.

  • Resenha: O sol também é uma estrela

    Sinopse:

    Natasha: Sou uma garota que acredita na ciência e nos fatos. Não acredito na sorte. Nem no destino. Muito menos em sonhos que nunca se tornarão realidade. Não sou o tipo de garota que se apaixona perdidamente por um garoto bonito que encontra numa rua movimentada de Nova York. Não quando minha família está a 12 horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não pode ser a minha história.

    Daniel: Sou um bom filho e um bom aluno. Sempre estive à altura das grandes expectativas dos meus pais. Nunca me permiti ser o poeta. Nem o sonhador. Mas, quando a vi, esqueci de tudo isso. Há alguma coisa em Natasha que me faz pensar que o destino tem algo extraordinário reservado para nós dois.

    O Universo: Cada momento de nossas vidas nos trouxe a este instante único. Há um milhão de futuros diante de nós. Qual deles se tornará realidade?

    Crítica:

    Escrevo essa resenha um dia após ler o livro. É o correto a se fazer, digo. Mas com a correria, e meus dias atfarefados, acabo sempre fazendo resenha do que leio depois de dias e até um mes depois.

    Mas esse livro merece uma resenha “a flor da pele”, com tudo o que senti, durante o livro todo, fresco na memória ainda para que voces conheçam cada detalhe.

    Bom, primeiro de tudo, preciso ser sincera: o livro não me prendeu até mais ou menos a página 30. Ele tem diversas perspectivas – dos personagens principais, de secundários, terciários… – então isso me fez ficar meio confusa no começo.

    Mas depois que os pontos de vistas se estabilizaram e mais coisas a respeito da história começaram a ser contadas, entendi. Entendi tudo. E foi lindo.

    Um livro que vai explorar duas culturas e trajetórias importantíssimas: A Jamaicana, pela pele de uma mulher negra nos EUA, e a Coreana, pela pede de um branco oriental nos EUA.

    Os capítulos são curtos, são rápidos -288 pags só de livro- e os pontos de vista dos personagens, o modo como o passado deles foi explorado… foi tudo incrível, incrível demais. E importante.

    De 0 a 10, 10.