• Resenha: O sol também é uma estrela

    Sinopse:

    Natasha: Sou uma garota que acredita na ciência e nos fatos. Não acredito na sorte. Nem no destino. Muito menos em sonhos que nunca se tornarão realidade. Não sou o tipo de garota que se apaixona perdidamente por um garoto bonito que encontra numa rua movimentada de Nova York. Não quando minha família está a 12 horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não pode ser a minha história.

    Daniel: Sou um bom filho e um bom aluno. Sempre estive à altura das grandes expectativas dos meus pais. Nunca me permiti ser o poeta. Nem o sonhador. Mas, quando a vi, esqueci de tudo isso. Há alguma coisa em Natasha que me faz pensar que o destino tem algo extraordinário reservado para nós dois.

    O Universo: Cada momento de nossas vidas nos trouxe a este instante único. Há um milhão de futuros diante de nós. Qual deles se tornará realidade?

    Crítica:

    Escrevo essa resenha um dia após ler o livro. É o correto a se fazer, digo. Mas com a correria, e meus dias atfarefados, acabo sempre fazendo resenha do que leio depois de dias e até um mes depois.

    Mas esse livro merece uma resenha “a flor da pele”, com tudo o que senti, durante o livro todo, fresco na memória ainda para que voces conheçam cada detalhe.

    Bom, primeiro de tudo, preciso ser sincera: o livro não me prendeu até mais ou menos a página 30. Ele tem diversas perspectivas – dos personagens principais, de secundários, terciários… – então isso me fez ficar meio confusa no começo.

    Mas depois que os pontos de vistas se estabilizaram e mais coisas a respeito da história começaram a ser contadas, entendi. Entendi tudo. E foi lindo.

    Um livro que vai explorar duas culturas e trajetórias importantíssimas: A Jamaicana, pela pele de uma mulher negra nos EUA, e a Coreana, pela pede de um branco oriental nos EUA.

    Os capítulos são curtos, são rápidos -288 pags só de livro- e os pontos de vista dos personagens, o modo como o passado deles foi explorado… foi tudo incrível, incrível demais. E importante.

    De 0 a 10, 10.

  • Resenha: PS ainda amo você

    Sinopse:

    Em Para todos os garotos que já amei, Lara Jean não fazia ideia de como sair dessa enrascada, muito menos sabia que o namoro de mentirinha com Peter Kavinsky, inventado apenas para fugir do total constrangimento, se transformaria em algo mais. Agora, em P.S.: Ainda amo você, Lara Jean tem que aprender como é estar em um relacionamento que, pela primeira vez, não é de faz de conta. E quando ela parece estar conseguindo, um garoto do passado cai de paraquedas bem no meio de tudo, e os sentimentos de Lara por ele também retornam.

    Uma história delicada e comovente que vai mostrar que se apaixonar é a parte fácil: emocionante mesmo é o que vem depois.

    Crítica

    Que livro incrível.

    Leve, rápido -304 pags que voce devora em uma semaninha só, prometo-. Jenny Han nos tira o folego de novo, e nos faz apaixonar de novo – e dessa vez, por novos personagens -, em mais um livro da trilogia Para todos os garotos que já amei.

    O livro não conta com muitas novidades, nem elementos surpresa, é apenas uma extensão do livro I, com um novo personagem e novo conflito, sem muita novidade, admito.

    Mas acontece que… bem, eu amo um romance clichê, de verdade. Foi lindo ler isso tudo de novo, nesse universo incrível que é o livro.

    O que mais me chamou atenção – e me fez gostar-, foi a autora nos ambientizando na questão da cultura corena: mais elementos e mais um enredo para nos mostrar o que há além do que a gente conhece, do que a gente imagina.

    De 0 a 10, 10.

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  • Resenha: Talvez um dia

    Sinopse:

    Sydney acabou de completar 22 anos e já fez algo inédito em sua vida: socou a cara da ex-melhor amiga. Até hoje, ela não podia reclamar da vida. Um namorado atencioso, uma melhor amiga com quem dividia o apartamento… Tudo bem, até Sydney descobrir que as duas pessoas em quem mais confiava se pegavam quando ela não estava por perto. Até que foi um soco merecido.

    Sydney encontra abrigo na casa de Ridge, um músico cujo talento ela vinha admirando há um tempo. Juntos, os dois descobrem um entrosamento fora do comum para compor e uma atração que só cresce com o tempo. O problema é que Ridge tem uma namorada, e a última coisa que Sydney precisa agora é se transformar numa traidora.

    Crítica

    Meu Deus, Colleen Hoover! É assim que começo essa resenha. Meu Deus. É um romance com aspectos completamente diferentes dos que eu já li, na minha vida. Eu não gosto de soltar spoiler nas resenhas, então vou apenas dizer dessa forma pra que vocês tenham a mesma surpresa -deliciosa, inclusive – que tive, ao começar a ler esse romance.

    De qualquer forma, vou me ater aos detalhes mais básicos: personagens incríveis. Se tem algo que eu amo quando o autor do livro faz, é descrever o passado dos personagens, entendermos quem é quem, de onde vem, e porque faz o que faz. O livro, o tempo inteiro, te arranca suspiros. É sério. Você vai montando mini peças de quebra-cabeça na sua mente, com tudo o que vai acontecendo. É delicioso.

    Com 368 páginas é um livro para se ler, e entender que por mais que julgamos e falamos dos outros, “nosso telhado é de vidro”, entende o que quero dizer?!

    É um romance rápido, leve (mas não tão leve assim). Inclusivo, importante!

    É isso que tenho pra falar nessa resenha.

    É incrível. De 0 a 10, 10!

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  • Resenha: O acordo

    Oii, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer para vocês a resenha desse romance incrível, super chiclete, que li entre duas leituras mega pesadas. Acabei esse livro em 2 dias, e foi muito bom pra minha mente.

    Sinopse:

    Hannah Wells finalmente encontrou alguém que a interessasse. Embora seja autoconfiante em vários outros aspectos da vida, carrega nas costas uma bagagem e tanto quando o assunto é sexo e sedução. Não vai ter jeito: ela vai ter que sair da zona de conforto… Mesmo que isso signifique dar aulas particulares para o infantil, irritante e convencido capitão do time de hóquei, em troca de um encontro de mentirinha. Tudo o que Garrett Graham quer é se formar para poder jogar hóquei profissional. Mas suas notas cada vez mais baixas estão ameaçando arruinar tudo aquilo pelo que tanto se dedicou. Se ajudar uma garota linda e sarcástica a fazer ciúmes em outro cara puder garantir sua vaga no time, ele topa. Mas o que era apenas uma troca de favores entre dois opostos acaba se tornando uma amizade inesperada. Até que um beijo faz que Hannah e Garret precisem repensar os termos de seu acordo.

    Critica

    Hannah é uma personagem super interessante. Não é uma daquelas menininhas apaixonadas que largam de tudo pra ficar com o amor delas. Não. Ela é o oposto disso. É forte, determinada e muito, mas muito corajosa. Passou e aprendeu a lidar com questões e traumas do passado que ninguém nem imagina!

    E é isso que me surpreendeu, positivamente, nessa obra.

    Garrett, o garanhão do livro, não é nada insuportável a ponto de não conseguirmos engoli-lo. Ele é legal, só vem de uma familia que tem certo histórico… Mas nada que o manche na história, ainda bem.

    Com capítulos pequenos, Elle Kennedy deixa o leitor ávido por mais em 360 páginas. Personagens incríveis, enredo envolvente.

  • Resenha: 1984- a distopia do individuo sob controle

    Oi, gente, tudo bem? Hoje trago a resenha desse livro que foi de uma leitura super difícil e arrastada, mas com um tema muito importante excelente para pesquisas.

    Sinopse:

    Destaca o romance antiutópico ou distópico ‘1984’, de George Orwell, que desnuda os perigos que cercam o idealismo homogeinizador das utopias políticas. … Por meio dessa discussão, busca-se lançar luz sobre os eventos e os processos socioculturais que fomentaram o “medo da utopia” na modernidade tardia.

    1984, do britânico George Orwell, lançado em 1949, foi leitura obrigatória para aqueles que, em meados do século XX, acreditavam que a literatura tem o poder de mudar o mundo. Naquela altura, o nome do autor, ou antes, o pseudônimo usado por Eric Arthur Blair (1903-1950), já era bastante conhecido entre seus conterrâneos, quer pela frequentação de outras modalidades discursivas, sobretudo em atividades jornalísticas, quer pela repercussão alcançada com a novela A Revolução dos bichos (1945). Em ambos os títulos ficcionais, a denúncia política e social é a tônica.

    Algumas décadas depois, sob os ventos do estruturalismo e de outros formalismos, em alguns círculos leitores, as expressões literárias marcadas pelo engajamento caíram no ostracismo. Entretanto, há marcas que não desaparecem tão facilmente. Umberto Eco ensina que algumas obras não podem mais ser lidas pela primeira vez, tantas são as referências culturais que nos permitem reconhecê-las, mesmo não as tendo lido. Um ocidental inserido na cultura letrada dificilmente deixa de apreender o sentido presente na expressão grande irmão, mesmo que a leitura de Orwell não faça parte de seu repertório. É bem verdade que essa disseminação foi grandemente favorecida pela adaptação cinematográfica (1956), sobretudo em sua segunda versão (1984).

    Pretende-se que, em tempos de globalização, faz pouco ou mesmo nenhum sentido apontar diferenças. Mas o empirismo nos diz, a todo momento, que a homogeneização é uma miragem. A produção, o papel e a difusão dos bens culturais apresentam variações no espaço e no tempo. Há uma coincidência, que pode ser mesmo coincidência, tantos são os acasos e azares editoriais, mas é possível que nem tudo seja acidental: O Reino deste mundo, de Alejo Carpentier – obra inaugural na América Latina no uso da ficção pela via do fantástico como denúncia dos diferentes totalitarismos que grassaram no continente no século XX – é lançada no mesmo ano do livro de Orwell.

    Crítica:

    Uma completa e importante análise sobre a caracterização do protagonista e sua revolta contra a sociedade distópica representada na narrativa, tambem tem um olhar crítico para o espaço e os temas abordados que nos leva a refletir sobre as práticas autoritárias que agridem a liberdade individual de escolha, ação e consciência inclusive nas sociedades atuais.

    Uma abordagem interessante e pertinente sobre os aspectos citados.

  • Resenha: A garota do lago

    Oi, gente, tudo bem?!Hoje venho trazer para vocês uma resenha desse livro incrível que li, junto com uma amiga. Foi uma experiência super legal, então já indico vocês a fazerem leitura coletiva, com alguém mesmo.

    Sinopse:

    Nas montanhas em uma pequena cidade chamada Summit Lake aconteceu um crime cruel. Rebecca Eckerley é violentada e brutalmente assassinada. Filha de um advogado rico e importante, vinda de uma família tradicional, ela sempre mostrou-se uma moça quieta e estudiosa.

    Crítica:

    Em um livro curto (296 pags), Charlie deixa o leitor ávido e louco, por achar em um momento que já sabe quem é o culpado, o assassino, na história, e em um momento seguinte, desbancar completamente suas ideias.

    O autor contextualiza o tempo inteiro, seja o local em que a história se passa, deixando o leitor cada vez mais familiarizado com a história, sejam os personagens – seus passados, suas histórias pessoais e íntimas- permitindo com que o leitor se apegue a personagens e crie juízos sobre os mesmos.

    Com capítulos pequenos, Charlie joga pequenos gatilhos no final de cada capítulo para que o leitor queira ler mais e mais, acabando o livro em pouquíssimo tempo! É incrível. Cada momento que sentei para ler, queria ficar horas e horas perdida ali, em Summit Lake.

    O livro aborda temas delicados, como violência contra a mulher, estupro, mas de uma forma “leve” (na medida do possível, né), que não deixa o leitor assustado, nem traumatizado ou algo do tipo.

    Leitura totalmente fluida e tranquila. A garota do lago é um suspense que não dá medo, dá nervoso, ansiedade, raiva também – o leitor se pergunta como teria sido a vida da jovem assassinada, se não tivesse sido perdida-.

  • Resenha: O ódio que você semeia

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer para vocês a resenha desse livro incrível de tirar o fôlego, vamos lá?!

    Sinopse:

    Um livro contra o racismo em tempos tão cruéis e extremos Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial. Não faça movimentos bruscos. Deixe sempre as mãos à mostra. Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente. Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto. Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos – no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início. Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa. Angie Thomas, numa narrativa muito dinâmica, divertida, mas ainda assim, direta e firme, fala de racismo de uma forma nova para jovens leitores. Este é um livro que não se pode ignorar.

    Crítica

    “Um livro que não se pode ignorar” é a definição perfeita para O ódio que você semeia. Um ensaio perfeito sobre como é ser negro em um país com tamanha violência policial e racismo.

    Starr é uma personagem forte, destemida, que vive em dois mundos: o da sua casa, com sua família e entes queridos, e o da sua escola: o ambiente de brancos ricos e esnobes. Durante o livro essa cita a diferença entre esses dois mundos, como ela faz para se dividir entre eles, e é libertador ver que no final, ela se desprende disso e decide ser ela mesma em qualquer lugar. É muita coragem, honestidade.

    Eu li o livro em inglês, e é incrível como é tão real – a forma que a autora escreve o diálogo entre personagens, as gírias, você lê e você é capaz de imaginar 100% daquele diálogo na sua mente, como se fosse real mesmo. É um livro curto até – 4337 páginas- e que me fez ter vontade de lê-lo pra sempre. Os capitulos são um pouco maiores que o normal, mas ilustram absolutamente tudo. O sentimento dos personagens, a questão do racismo embutida até mesmo na fala de amigos próximos que muitas vezes não notamos, ou não achamos que ofendeu (ou ofenderia) alguém… esse livro é real de uma forma ensurdecedora.

    Achei o final um pouco “menor” do que eu esperava, porque eu queria que tivesse sido feito uma grande revolução ali, mas eu imagino que a autora não quis criar algo utópico demais para fechar a história.

    De 0 a 10, 10. Um livro que não se pode ignorar.

  • Resenha: Laços Fortes

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer a resenha para vocês desse livro que tem uma capa muito linda, mas uma história meio sem pé, nem cabeça. Vamos conferir?!

    Sinopse:

    Durante o Verão, chega Ethan, um rapaz que atrai a atenção de Liz e Claire imediatamente depois de o terem visto mudar-se com a sua família para o bairro onde vivem. A chegada do Ethan às suas vidas trará uma das provas mais difíceis que uma pessoa pode enfrentar: perder uma longa e bela amizade.

    Crítica

    Com a capa com essa foto linda, uma sinopse super interessante, caí na rede desse livro. E assim que comecei a ler, logo nas primeiras páginas, me arrependi profundamente.

    Por que?!

    Bem, para começo de conversa, o livro foi muito mal traduzido: os pronomes foram trocados, artigos estão escritos de forma errada também, as falas as vezes não são sinalizadas – nos deixando sem saber se aquilo é uma fala ou um pensamento do personagem- enfim, que bagunça!

    A história é interessante, mesmo com esses erros, dá para se entender o plano geral e o que está se passando: inclusive, me lembrou bastante um romance que seria capaz de vir de John Green, talvez só por causa da condição mental de um dos personagens principais.

    O autor cria um ambiente interessante, ele não se aprofunda muito nos personagens, quer dizer, apenas em um deles (Ethan), e não nas meninas, mas de qualquer forma cumpre seu papel ao criar um final bastante emocionante.

    Essa questão da escrita errada e erros da tradução, tira bastante o foco do autor ( o livro não chega nem a 100 págs e ainda bem, porque se fosse muito maior que isso, ia se tornar impossível entender a história), por isso a nota vai ter que ser 3.

  • Resenha: Blacklist

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer para vocês a resenha de Blacklist, da Alyson Noel – mesma autora de uma das minhas sagas de livros favoritas (Os Imortais). Vamos lá?!

    Sinopse:

    A aspirante a repórter LAYLA, a aspirante a atriz ASTER, e o jovem músico TOMMY se juntaram à competição de boate Incomparável pelo mesmo motivo – eles sabiam que ganhar mudaria suas vidas. Eles simplesmente nunca imaginaram que em algum lugar ao longo do caminho eles se envolveriam no desaparecimento da mega estrela MADISON BROOKS.
    Agora cada um deles está bem no centro de um frenesi da mídia que ameaça derrubar todos eles.
    Unindo-se para limpar seus nomes, os ferozes adversários tornam-se aliados temporários e juram desenterrar a verdade. Mas quando Layla, Aster e Tommy se juntam a um insider desavisado, eles vão descobrir que alguns segredos são mais bem guardados no túmulo.

    Crítica

    Antes de qualquer coisa, eu preciso informar vocês: esse é o livro 2, da saga “Beautiful Idols Book” (o livro um se chama Unrivaled).

    Bom, aí vocês me perguntam: ok, Giulia, então cadê a resenha do livro 1?! Não tem, meus amores. Porque a anta aqui começou a ler a história pelo livro 2 e só descobriu no final do livro. Pois é.

    O que acontece foi que eu vi esse livro (em inglês) numa livraria, vi que era de uma das minhas autoras prediletas, gostei, estava na promoção, e peguei. Agora, esse ano que estou com essa meta de acabar de ler todos os livros que estão aqui em casa, peguei-o finalmente para ler.

    E o que rolou?!

    Eu fiquei bem perdida. Foi uma leitura muito difícil, várias vezes eu pegava ele e largava,- e ele era meio longo também, 453 pags, – tive que pegar um fds e colocar uma meta de acabar o livro de uma vez por todas. Graças a Deus, consegui!

    É um livro que me lembra MUITO Gossip Girl, porque tem uma garota do blog que escreve fofoca sobre os famosinhos da cidade, tem um grupo de “amigos” que um namorava a outra que depois traiu com a outra, e por aí vai… e é essa história doida, sobre vários jovens que querem o estrelato e que se preocupam bastante com o que a midia anda dizendo sobre eles.

    Para ser sincera, não vou poder opinar muito sobre esse aqui porque né, comecei a ler pelo livro 2 (risos), mas pelo que posso afirmar, ele ficou interessante do meio pro final: essa questão da personagem principal ter sido sequestrada e ela tentar começar a fugir deixou o livro mais emocionante.

    Fora isso, não me surpreendi muito não.

    De 0 a 10, 5.

  • Resenha: A garota do lago

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer para vocês a resenha dessa história, desse suspense, bem interessante: A garota do lago. Vamos lá?!

    Sinopse:

    Summit Lake, uma pequena cidade entre montanhas, é esse tipo de lugar, bucólico e com encantadoras casas dispostas à beira de um longo trecho de água intocada.Duas semanas atrás, a estudante de direito Becca Eckersley foi brutalmente assassinada em uma dessas casas. Filha de um poderoso advogado, Becca estava no auge de sua vida. Atraída instintivamente pela notícia, a repórter Kelsey Castle vai até a cidade para investigar o caso. …E LOGO SE ESTABELECE UMA CONEXÃO ÍNTIMA QUANDO UM VIVO CAMINHA NAS MESMAS PEGADAS DOS MORTOS…E enquanto descobre sobre as amizades de Becca, sua vida amorosa e os segredos que ela guardava, a repórter fica cada vez mais convencida de que a verdade sobre o que aconteceu com Becca pode ser a chave para superar as marcas sombrias de seu próprio passado.

    Crítica

    Em  296 páginas Charlie Donlea consegue manter seu leitor 100% entretido na trama desse livro. Um suspense que eu diria que é até curto, a história é contada de forma que conseguimos visualizar tanto o passado da vítima em jogo, quanto o presente da repórter que está investigando o caso, os capítulos vão se intercalando entre a vítima e a repórter.

    Se tem algo que eu amo em um livro, é suspeitar de algo desde o começo, e no fim, não ser nada daquilo que eu estava esperando. Bem, eu gosto de ser pega de surpresa. Não vou mentir, esse livro me pegou de surpresa, digamos, 30% das vezes que suspeitei de quem havia cometido o crime contra a garota. Porém, achei o final simples demais para tamanha história que foi construída durante todo o livro.

    A escrita de Charlie é completamente fluida, e foi um livro que eu não quis largar até chegar no final; confesso que estava sentindo falta de ler um material tão bom quanto esse.

    Digamos que fiquei 70% satisfeita.

    De 0 a 10, 7.