• “Me formando de kimono e afro” – Marina Melo, Única negra em universidade japonesa, comenta sobre sua experiência

    Marina Melo fez Mestrado em História em Universidade de Tohoku, no Japão; para ela, é preciso incentivo para jovens estudarem fora

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje decidi trazer para vocês uma história inspiradora: a da Marina Melo.

    Única estudante negra da área de Humanas na instituição de ensino japonesa, Marina escreveu uma dissertação, em inglês, sobre Kishida Toshiko (1863 – 1901), uma das primeiras feministas japonesas, e seus escritos em revistas femininas em uma época que as regras patriarcais no país oriental eram bem mais rigorosas.

    “Ela foi uma das primeiras mulheres a estudar em escola púbica e fazer ensino superior em Kyoto, foi escolhida para ser tutora da imperatriz na época”, diz. “Só que ela não gostava da vida no palácio, se aproximou de um movimento popular pela liberdade e foi convidada a dar palestras sobre a vida das mulheres no Japão. E chegou a ser presa por questionar as regras.”

    De Itaquera para o Japão, e o fascínio pela cultura do país

    Moradora de Itaquera, zona leste de São Paulo, até os 15 anos, e formada em Letras na USP, Marina tem fascínio pela cultura japonesa desde pequena, quando embarcou na febre dos desenhos japoneses que apareciam na TV brasileira entre os anos 90 e 2000.

    Fora do ambiente familiar, no entanto, o acesso à cultura japonesa não era tão incentivado, e o racismo tem tudo a ver com o que Marina e outras pessoas negras passam quando se aproximam dos símbolos e produtos do lugar. “Uma vez, um professor não me aceitou no curso de japonês porque disse que eu não tinha a ver com a cultura e, por isso, não tinha por que eu aprender. Minha mãe foi lá e disse: ‘Quem é você para dizer o que minha filha pode aprender ou não?'”

    No Japão, ela afirma não ter passado situações racistas tão diretas. “Eles são bem discretos nesse quesito. Mas tem algo muito sério, que é perguntar por que minha palma da mão é mais clara do que o resto do corpo e tem uma coisa de pegar no meu cabelo, perguntar porque que ele é assim.”

    Que existam muitas Marina’s por aí: fortes, determinadas e prontas para lutar contra todo e qualquer tipo de racismo! Prontas para acreditar nos seus sonhos, sempre!

  • Study Abroad: Programa de MBA nos EUA tem bolsas para brasileiros

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje trouxe para voces essa oportunidade incrivel, postada pelo Estudar Fora.

    A Marshall School of Business, da University of Southern California (USC), está oferecendo bolsas para seu programa de MBA nos EUA em 2021 a estudantes brasileiros.

    Considerado um dos 10 melhores dos Estados Unidos na área de negócios, o International Business Education and Research MBA, ou IBEAR MBA, é um programa de um ano, criado para profissionais em meio de carreira.

    Sobre o programa

    Penha Martins, que atualmente é gerente sênior de supply chain na Amazon de Seattle, fez o programa como bolsista e conta que ele gera um ambiente altamente internacional, com pessoas de muita experiência. “O ambiente é muito interessante por causa dessa questão de ter gente do mundo inteiro. E como a maior parte do meu grupo já tinha uma experiência de liderança, a gente pode discutir temas relevantes, como motivação e implementação de estratégias globais, e ter uma diversidade de opiniões muito grandes”, conta.

    Graças a esse ambiente, ela considera que o aprendizado do MBA nos EUA foi além do conteúdo da sala de aula. No convívio com colegas de diferentes nacionalidades, ela considera que os estudantes desenvolvem a “capacidade de se adaptar sem perder a sua essência”. “É um aprendizado que você não tem formalmente, mas só pelo convívio, e a USC oferece isso”, diz.

    Como se candidatar às bolsas de MBA nos EUA

    A seleção exige que o candidato comprove um mínimo de seis anos de experiência profissional e diploma de bacharel antes do início do programa. Para se candidatar, é necessário enviar cópias do histórico acadêmico, diploma e CV (acompanhadas de versões em inglês), nota do GMAT ou GRE, e nota do TOEFL ou IELTS. Também é preciso preencher um formulário online, que inclui essays e duas cartas de recomendação. Mais detalhes sobre o processo de candidatura podem ser vistos aquiAs inscrições vão até 31 de março mas seguirão sendo avaliadas individualmente enquanto houver vagas após esse período.

    Mais informações

    Para promover as oportunidades de bolsas de MBA nos EUA, a University of Southern California realizará aulas abertas mediadas por professores do programa com ex-alunos bem sucedidos. No dia 17 de março, a partr das 18h, a escola fará uma masterclas online e gratuita sobre o tema “Liderança estratégica em tempos de turbulência”.

  • Estude na Espanha: Fundação Carolina oferece 504 bolsas de estudo

    Olá, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer para voces uma matéria e mais uma oportunidade, postada pelo canal do intercambio. Vamos conferir?!

    Em sua 21ª edição a Fundação Carolina e a Agência Espanhola de Cooperação e Desenvolvimento Internacional (AECID) oferecem 504 bolsas de estudos. Inscreva-se Já!

    A Fundação Carolina publica uma nova edição da convocatória para bolsas correspondentes ao ano letivo 2021-2022. Além do fato da divulgação ter coincidido com o Dia Internacional da Educação é um marco das “Bolsas de Cooperação Espanhola”, compostas pelas bolsas da Fundação Carolina e da Agência Espanhola de Cooperação Internacional e Desenvolvimento (AECID), que oferecem diferentes oportunidades de formação com a mesma essência de cooperação internacional que caracteriza a ação estrangeira espanhola.

    Nesta 21ª edição, são oferecidas 504 bolsas, distribuídas nas seguintes modalidades:

    • 225 bolsas de pós-graduação
    • 85 bolsas de doutoramento e curtas estadias de pós-doutoramento,
    • 27 bolsas de mobilidade docente
    • 37 bolsas de estudos institucionais

    Alguns destaques do programa de bolsa de estudos

    • Programas que oferecem flexibilidade no ensino foram incorporados à oferta formativa para facilitar a incorporação dos alunos em um contexto de emergência sanitária. Para a maior parte, um sistema de treinamento híbrido foi escolhido.
    • Na modalidade de bolsas institucionais, incorpora-se o programa de estadias de investigação “Sede Carolina”, que visa a realização ou expansão de trabalhos de investigação no domínio ibero-americano em ciências sociais, estudos de desenvolvimento e estudos de género.
    • A chamada inclui programas que visam abordar a lacuna de gênero existente nas áreas acadêmicas STEM (Engenharia, Ciências, Matemática e Tecnologia), e mantém um número significativo de bolsas em áreas como saúde pública, transição ecológica, planejamento urbano sustentável ou igualdade de gênero.

    As modalidades de bolsas da Fundação Carolina são as seguintes:

    Bolsas de pós-graduação

    Destina-se à formação de graduados de um país membro da Comunidade Ibero-Americana de Nações, com capacidade acadêmica ou profissional respaldada por um currículo destacado e uma trajetória vital de compromisso com a sociedade. O programa oferece dois tipos de apoio: bolsa de estudos e auxílio-estudo, e continua combinando mestrados oficiais, títulos próprios e cursos de especialização, com ênfase especial no aumento do número de títulos oficiais e do número de bolsas com títulos oficiais.

    Bolsas de doutorado e estadias curtas de pós-doutorado

    O objetivo das bolsas de doutorado é facilitar a docentes de universidades latino-americanas o doutorado em centros acadêmicos espanhóis, promovendo assim a criação de redes de colaboração entre instituições universitárias dos dois lados do Atlântico. Por sua vez, as bolsas de pós-doutorado de curta duração destinam-se a professores de universidades ibero-americanas com título de doutor e promovem intercâmbios acadêmicos de alto nível entre a Espanha e a América Latina.

    Programas de mobilidade de professores

    Eles permitem uma curta estadia de pesquisa na Espanha para professores ou pesquisadores de universidades argentinas e brasileiras e do Grupo de Universidades de Tordesilhas.

    Programas de bolsas e estudos institucionais

    Estas bolsas são concebidas como um subsídio para o financiamento de planos de formação em centros espanhóis que visam o fortalecimento institucional das administrações públicas ibero-americanas. Em alguns casos. Cabe às instituições latino-americanas e espanholas associadas a inscrição de candidatos à Fundação Carolina.

    A convocatória geral para bolsas de pós-graduação e estudos institucionais estará aberta até 17 de março, às 9h (hora espanhola).

    O concurso para bolsas de doutoramento, curtas estadias, programas de mobilidade de docentes e estudos institucionais estará aberto até 8 de abril.

    Os candidatos podem encontrar toda a informação relativa às bolsas no site, onde se processam os pedidos.

  • Feiras virtuais com faculdades estrangeiras

    The Student World realiza feiras virtuais com faculdades estrangeiras, palestras, oportunidades de bolsas

    Oi, gente, tudo bem?!

    Antes desse mundo de pandemia e todo o caos global que estamos vivendo, se tinha uma coisa que eu amava e esperava ansiosa por, eram as feiras de intercambio/bolsas de estudo para estudar fora. Nao sei, mas algo sobre isso me fazia manter vivo o sonho de adolescente frustrado de nunca ter feito intercambio, nem viajado para fora.

    Mas, como tudo tem um lado bom, eu nao poderia deixar de trazer para voces uma oportunidade, uma saida pra essa situaçao chata que nos assola:

    Feiras de intercambio virtuais

    O site conhecido como The student World vira e mexe organiza feiras de intercambio virtuais. E agora está se aproximando mais uma incrivel, com possibilidades de diversos destinos e +80 expositores (ou melhor, faculdades!)

    Nesse link voce pode se inscrever, e já digo logo: se antecipe, reserve sua vaga online e pouco antes da feira começar, entre no link! Ele pode ficar sobrecarregado e voce nao conseguir acessar de primeira, mas nao se preocupe. é so aguardar que em minutos te colocam para dentro!

    The Student World

  • Universidade americana treina professores brasileiros

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje venho trazer essa materia e oportunidade incrivel para quem é da area de letras, postada pelo Canal do Intercambio, confira!

    Full Sail University, universidade americana focada nos mercados de entretenimento, mídia, comunicação e tecnologia, oferece um treinamento para professores completamente gratuito e integrado com as necessidades do novo mercado da educação.

     O Teacher Professional Development teve mais de mil professores participantes em 2020 e volta em 2021 com uma edição ainda mais completa: serão 8 temas independentes de estudo, com início em março e término em novembro. Ele acontece virtualmente com momento síncronos e assíncronos, é gratuito e aberto a todas as escolas, faculdades e instituições de ensino que queiram aproveitar a oportunidade para oferecer treinamento de qualidade para seu curso de professores.

    Entre os temas que serão tratados estão o uso de tecnologia na sala de aula, processos de gamificação e como incorporá-los na rotina da escola, o uso de transmídia, de música e elementos do audiovisual em classe.

    Como se cadastrar

    Para participar basta que a instituição se cadastre através do link e após concluído o cadastro os professores já poderão fazer suas inscrições através do mesmo link.

    Importante ressaltar que todo o conteúdo é dado por instrutores da própria universidade, portanto os participantes precisam ser fluentes na língua inglesa. Participantes recebem um certificado de participação por módulo concluído e um certificado completo será enviado aos participantes que fizerem todos os 8 módulos ao final de 2021.

    Serviço:

    Treinamento: Teacher Professional Development

    Inscrição: www.fs-courses.com/tpd2021
    Aulas: Março e término em novembro

    Os participantes precisam ser fluentes na língua inglesa.

  • Study Abroad: mestrado em audiovisual e jornalismo na Espanha

    Oi, gente, tudo bem?! Hoje trouxe para voces essa oportunidade incrivel postada pelo Partiu Intercambio, vamos conferir?!

    A Universidade da Coruña está oferecendo um mestrado em audiovisual e jornalismo organizado em parceria com as fundações Santiago Rey Fernández-Latorre e Amancio Ortega. Todos os 30 selecionados para o curso estudam com bolsa, sendo que 10 delas são voltadas a estudantes ibero-americanos.

    Máster en Produción Xornalística e Audiovisual (MPXA) inclui duas especialidades: produção executiva audiovisual e jornalismo avançado multiplataforma.

    Como é o curso:

    O curso é composto por 9 meses de aulas presenciais, de outubro a junho. A partir deste último mês, os alunos do mestrado em audiovisual e jornalismo fazem no mínimo dois meses de prática remunerada.

    Todos os alunos do curso têm direito à bolsa de isenção da primeira matrícula. Além disso, 10 estudantes ibero-americanos são selecionados para receber um auxílio de 3.500 euros. O valor será pago ao longo do mestrado em audiovisual e jornalismo.

    Como se cadastrar:

    Os candidatos ibero-americanos que desejam concorrer às bolsas devem fazer uma pré-inscrição até o dia 30 de abril. Para se inscrever, é necessário preencher um formulário online e enviar uma fotografia e o currículo.

  • FCE, CPE, CAE: Modelos da prova de Cambridge

    Oi, gente, tudo bem?!

    Hoje venho trazer para vocês algumas modalidades -e seus possíveis público-alvo – da prova de Cambridge, postado pelo Estudar Fora. Vamos conferir?!

    FCE (B2 First)

    O que é o FCE?

    B2: First, antigamente chamado de FCE (da sigla “First Certificate in English”) leva em consideração conhecimentos de nível intermediário superior, equivalente ao nível B2 no Quadro Comum Europeu de Referência. Ele comprova que a pessoa está apta a usar o inglês de maneira independente para se comunicar, principalmente, em quatro situações específicas: turismo, estudo, trabalho e vida social.O que alguém que tem o FCE deve ser capaz de fazer?

    Espera-se, por exemplo, que um falante de inglês desse nível possa ler um livro ou assistir a uma peça de teatro e depois escrever uma resenha dele, falando o que achou. Também se espera que ele consiga ouvir uma palestra e extrair dela o conteúdo principal mesmo que alguns pormenores lhe escapem), acompanhar notícias, expressar opiniões, expor argumentos e redigir documentos simples.Como é a estrutura da prova?

    Na estrutura do FCE, 1h15 é dedicada para Reading e Use of English; 1h20 para Writing; aproximadamente 40 minutos para Listening e 14 minutos para Speaking.Com que idade eu posso fazer o FCE?

    Os exames de Cambridge são para qualquer faixa etária. O nome do exame, até hoje, traz a ideia de que esse é o primeiro certificado de inglês que a pessoa faz. E isso leva algumas pessoas a acreditar que ele só pode ser feito em idade escolar. No entanto, pessoas de qualquer idade podem realizar o teste.O que eu posso fazer tendo o FCE?

    O certificado B2: First, antigamente conhecido como FCE, é muito útil para intercâmbios, por exemplo. É comum que os programas de intercâmbio peçam algum certificado de proficiência de inglês de nível B2 ou superior. Quem tiver o certificado B2: First terá também um documento que atesta essa proficiência. Ele também pode ser útil em alguns contextos de trabalho ou estudo em que a pessoa precisa provar que é capaz de falar inglês de maneira independente.Como me preparar para o FCE?

    A organização responsável pelo exame oferece uma série de recursos gratuitos para auxiliar na preparação. Há por exemplo o Cambridge Learning English, que oferece uma série de atividades de treino. Há também o Write and Improve, uma ferramenta para treinar o writing que usa inteligência artificial para avaliar instantaneamente o texto produzido pelo estudante.Qual é a diferença entre o FCE e os exames de nível mais alto?

    Nos exames como o C1: Advanced e @: Proficiency, o candidato já deve ter outras competências, como resumir trabalhos acadêmicos, fazer relatórios mais complexos num ambiente de trabalho ou comparar dois textos que falam sobre o mesmo assunto.

    CAE (C1 Advanced)

    Cambridge English: Advanced (CAE) é adequado para quem precisa comprovar alto desempenho no idioma, seja para oportunidades de trabalho, estudo ou obtenção de vistos e programas de imigração. A prova destina 1h30 para Reading e Use of English; 1h30 para Writing; aproximadamente 40 minutos para Listening e 15 minutos para Speaking. Sua certificação é de nível C1 do CEFR.

    CPE (C2 Proficiency)

    E o Cambridge English: Proficiency (CPE) é o mais avançado dentre as opções voltadas para o objetivo dos estudos e é destinado para aqueles que possuem habilidades próximas de um usuário fluente no inglês. O tempo de prova é similar ao CAE, com apenas um minuto adicional na avaliação de Speaking. Seu certificado é de nível C2 – o mais elevado no Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas.

    FCE, CAE, CPE… Como escolher entre os Certificados de Cambridge?

    Os certificados de Cambridge English são aceitos por mais de 20 mil instituições em todo o mundo, entre instituições de ensino, educação superior e pós graduação, corporações e órgãos de governo e ministérios – por exemplo, instituições como Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), Oxford, Cambridge, Melbourne, Universidade de Londres, Sydney. A lista completa pode ser acessada aqui.

    Portanto, a escolha do exame deve levar em conta o nível dominado do idioma, mas também a universidade desejada, que possui regras próprias sobre quais exames são aceitos para os seus cursos e por quanto tempo eles são válidos.  Por isso, é necessário se informar sobre o requisito durante a fase de planejamento para ter certeza que o exame escolhido atenderá o seu desejo.

    Como realizar os exames de Cambridge

    Há datas disponíveis durante todo o ano para a realização dos exames, conforme o calendário de cada centro autorizado. Para encontrar o centro mais conveniente basta buscar pelo site e então informar-se sobre o calendário de aplicação. Para realizar a prova não é preciso estar matriculado em um curso de inglês, basta que a pessoa tenha adquirido conhecimento compatível com o nível testado.

  • Brasileiros que estudaram fora e fizeram coisas incríveis

    Oi, gente, tudo bem?!

    As vezes a gente vê e ouve falar de tanta coisa triste, ainda mais nos noticiários hoje em dia, fazendo-nos perder um pouco de esperança. Mas hoje vou trazer para vocês ótimas notícias, postadas pelo site Estudar Fora, falando um pouco sobre como jovens brasileiros brilharam!

    Pedro Franchesi e Henrique Dubugras – criando um unicórnio aos 23 anos

    Criar uma empresa avaliada em mais de US$ 1 bilhão em valor de mercado não é fácil. Mas Pedro Franchesi e Henrique Dubugras fizeram isso antes de completar 24 anos de vida. E Essa não foi a primeira empresa que os dois fundaram: antes, já tinham criado a Pagar.me, que mais tarde foi comprada pela brasileira Stone.

    Os dois estudaram, durante a graduação, na Universidade Stanford, nos Estados Unidos. A instituição também é renomada por seu foco em inovação e empreendedorismo, e foi escola dos criadores de aplicativos extremamente populares, como o Instagram e a Netflix.

    Alessandra Maranca – usando matemática para combater o suicídio

    De imediato, pode parecer que saúde mental e matemática são dois temas que não têm muito a ver. Mas Alessandra Rister Portinari Maranca uniu as duas e desenvolveu um modelo matemático que pode ajudar a combater o suicídio. E ela fez isso antes mesmo de entrar na universidade.

    Após ser aprovada para os cursos de Direito e de Matemática da Universidade de São Paulo, Alessandra também decidiu se candidatar a uma escola internacional. Foi aprovada em Stanford, onde vai estudar como parte da rede de Líderes Estudar.

    Katarine Klitzke – ajudando a humanidade a entender melhor o universo

    Katarine Klitze foi premiada pela NASA no começo de 2020 por seu projeto de missão para Marte. E algumas das tecnologias imaginadas por ela e sua equipe serão incorporadas a uma missão da agência estadunidense à Lua em 2024. E tudo isso antes mesmo de que ela completasse 20 anos de idade (ela tinha 19 na época).

    Por muito tempo, o sonho de Katarine foi estudar no Instituto Tecnológico de Aeronáutica, em São José dos Campos. Mas após ganhar a medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Astronomia e Aeronáutica, considerou estudar fora. Atualmente, está é parte da rede de Líderes Estudar e está fazendo graduação na Georgia Tech.

    Ana Paula Martinez – a melhor advogada do mundo

    Se houvesse uma “Copa do Mundo” dos advogados, Ana Paula Martinez seria bicampeã. Mas na ausência disso, ela conquistou duas vezes o prêmio de melhor advogada do mundo da competição realizada pela publicação britânica Global Competition Review. Não é só isso: ela se tornou diretora do Departamento de Proteção e Defesa Econômica do Ministério da Justiça do Brasil aos 26 anos.

    Essas conquistas são parte de uma trajetória que inclui a graduação na Faculdade de Direito do Largo São Francisco, em São Paulo, e dois mestrados. Um deles realizado em Harvard, quando Ana Paula participou do Programa de Líderes Estudar, e concluído em 2005.

  • Rotina de estudos: 5 dicas para criar (e manter!) a sua

    Oi, gente, tudo bem? Hoje venho trazer para vocês algumas dicas que o site Guia do Estudante trouxe para mantermos nossas rotinas de estudos, vamos conferir?!

    Por que é importante?


    Segundo o pedagogo Brunno Felype Simões Costa, ter uma rotina de estudos “é fundamenta, porque faz com que o conhecimento esteja presente na vida de maneira natural e corriqueira. Na visão dele, isso é melhor do que só estudar nas vésperas das provas, por exemplo, o que “torna o conhecimento um castigo, um encontro esporádico com algo indesejado”.

    Como criar uma rotina de estudos
    A seguir, com base nas experiências e indicações de Brunno e Murilo, oferecemos 11 dicas para você montar uma rotina de estudo que funcione para você. Independente de qual seja o seu objetivo com os estudos, essas dicas devem te ajudar a atingi-lo mais facilmente, e aproveitando bem melhor o tempo! Confira:

    1 – Ambiente tranquilo
    Segundo Brunno, um dos principais fatores que podem ajudar a criar uma rotina de estudos é “ter um ambiente tranquilo de estudos, bem organizado, sem grandes distrações”. “Às vezes nem precisa ser sempre o mesmo lugar, mas se estiver tranquilo, clean, organizado, é isso”, diz.

    2 – Evite distrações!
    Na hora de estudar, as distrações acabam sendo as principais inimigas. Por isso que é importante ter um ambiente tranquilo para isso. Mas também é importante procurar por outras distrações que possam surgir, e agir proativamente para evitá-las.

    3 – Saiba o que vai fazer
    Para Murilo, um fator que ajudou a manter a rotina de estudos foi ter sempre claro, a cada momento, o que ele iria estudar. Ter tarefas claras a cumprir antes mesmo de sentar para estudar ajudava a direcionar sua energia a cada momento. “Ajuda bastante porque acaba sendo uma coisa mais prática”, complementa.

    4 – Monte um cronograma
    Para saber em cada dia e hora o que precisava ser estudado, Murilo conta que foi fundamental montar um cronograma. Seu plano de estudos, ele lembra, “era muito baseado em olhar

    pro meu calendário, anotar tudo que eu preciso fazer, passar tudo para lá e organizar com uma estimativa de tempo”.

    5 – Tire os pensamentos da cabeça (e ponha num papel)
    Uma das vantagens de montar esse cronograma é que o esforço de anotar suas tarefas também acaba aliviando sua cabeça. “Eu ficava com a mente agitada de pensar nas muitas coisas que a gente precisava fazer. Eu percebia que era muito peso, então escrever o que eu precisava fazer durante a semana, durante um ano, tirava problemas da minha cabeça e me deixava respirar um pouco mais”, conta Murilo.

  • Use a nota do Enem para tentar entrar em universidades no exterior

    Oi, gente, tudo bem?!Hoje vou trazer para vocês uma matéria muito interessante do site UOL, explicando como usar a nota do ENEM para ingressar em uma faculdade no exterior!

    Portugal

    Só em Portugal, pelo menos 50 instituições aceitam a nota do exame para selecionar candidatos brasileiros. Isso acontece desde 2014, quando o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), ligado ao MEC (Ministério da Educação) passou a firmar acordos de cooperação com universidades e institutos portugueses.

    A Universidade de Coimbra (UC) foi a primeira a aceitar o Enem, com outras escolas seguindo pouco depois. E um acordo mais recente ampliou para 50 o número de universidades portuguesas que aceitam a nota do exame.

    No caso da UC, as notas do exame têm pesos diferentes para cada curso. A pontuação mínima de candidatura para cada curso de graduação é 120 na escala portuguesa de 0-200, o que equivale a 600 na escala do exame brasileiro. Nesta página da Universidade de Coimbra, você obtém todos os detalhes sobre o assunto.

    Reino Unido

    No Reino Unido, a nota do Enem é exigida para ingresso nas universidades de Oxford, Kingston e Bristol, mas é importante destacar que estas também podem pedir a realização do vestibular local. Nas instituições britânicas, a nota do Enem é somada a outros tópicos, como fluência em inglês, histórico escolar do candidato no ensino médio e atividades extracurriculares.

    França

    Apesar de algumas universidades francesas também aceitarem o Enem, o acesso de brasileiros por meio do exame é um pouco mais complexo. Isso porque as instituições costumam exigir que os candidatos tenham sido aprovados antes, no Brasil, em cursos semelhantes àqueles para os quais estão aplicando no país europeu.

    EUA

    Nos Estados Unidos, a New York University recentemente optou por aceitar a nota do Enem para todos os cursos de graduação, em substituição às provas padronizadas tradicionais (SAT ou ACT).

    Isso acontece porque a universidade recebe candidaturas de estudantes de outros países, que não foram preparados para esses testes padronizados pelas escolas onde estudaram. Por esse motivo, a NYU criou a Test Flex Policy, que permite aceitar exames de outras nacionalidades.

    Canadá No Canadá, a Universidade de Toronto, uma das melhores do país, exige que o candidato apresente sua nota do Enem junto ao seu diploma do ensino médio. A pontuação do candidato na prova também contará pontos na sua candidatura.