Resenha: Budapeste

Sinopse

Dividido entre duas cidades, duas mulheres, dois livros e dois idiomas, o ghost-writer carioca José Costa vai buscar refúgio em Budapeste e no idioma húngaro. Combinando densidade narrativa com um especial senso de humor, Budapeste confirma Chico Buarque como um dos grandes romancistas brasileiros da atualidade.

Crítica

Budapeste foi um dos poucos livros de escritores brasileiros que li. A leitura é bem leve e tranquila, o livro parece que foi escrito em forma de poesia. Tem um estilo meio rápido, confuso.

O leitor precisa ler de fato prestando bastante atenção no conteúdo para não se perder. Tudo acontece muito rápido.

Os personagens tem traços bem “brasileiros” características de pessoas que de fato parecem reais. Capítulos grandes, bem descritivos, Chico explorou bem o ambiente (na verdade, mais de um, porque o personagem principal vive viajando, de Budapeste para o Brasil, e vice-versa).

“Além de armar brincadeiras com espelhos dentro do livro, Chico força as noções de realidade e de autoria, tornando o próprio romance personagem e seu  protagonista, o verdadeiro autor. Como na letra de um certo compositor chamado Chico Buarque, em que um admirador vê nos olhos da amada vitrines que por sua vez a vêem passar.” (GZH livros)

De 0 a 10, 5.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *