Resenha: Flores para Algernon

AUTOR(A)- Daniel Keyes

Daniel Keyes nasceu no Brooklyn em Nova York, frequentou por um breve período a Brooklyn College, mas desistiu da universidade para entrar na marinha americana. Ele é autor de oito livros, incluindo o clássico Flores para Algernon, publicado pela primeira vez em 1966. Além de trabalhar como marinheiro, Keyes também foi editor de ficção, professor do ensino médio e universitário na Universidade de Ohio, onde foi homenageado como Professor Emérito em 2000. Ele ganhou o Hugo e o Nebula, prêmios por seu trabalho como escritor e foi escolhido como Autor Emérito da Science Fiction e Fantasy Writers of America em 2000.

SINOPSE-

Com excesso de erros no início do romance, os relatos de Charlie revelam sua condição limitada, consequência de uma grave deficiência intelectual, que ao menos o mantém protegido dentro de um “mundo” particular – indiferente às gozações dos colegas de trabalho e intocado por tragédias familiares. Porém, ao participar de uma cirurgia revolucionária que aumenta o seu QI, ele não apenas se torna mais inteligente que os próprios médicos que o operaram, como também vira testemunha de uma nova realidade: ácida, crua e problemática. Se o conhecimento é uma benção, Daniel Keyes constrói um personagem complexo e intrigante, que questiona essa sorte e reflete sobre suas relações sociais e a própria existência. E tudo isso ao lado de Algernon, seu rato de estimação e a primeira cobaia bem-sucedida no processo cirúrgico.

Perturbador e profundo, Flores para Algernon é tão contemporâneo quanto na época de sua primeira publicação, debatendo visões de mundo, relações interpessoais e, claro, a percepção sobre nós mesmos. Assim, se você está preparado para explorar as realidades de Charlie Gordon, também é a chance para perguntar: afinal, o mundo que sempre percebemos a nossa volta realmente existe?

OPINIÃO-

Que livro difícil.

Se eu não me engano, foi o primeiro -ou um dos- livro de ficção científica que li na vida.

Foi estranho no começo, confesso que fiquei um bom tempo esperando um plot twist, esperando algo a mais, esperando… e quando estava no final, e eu percebi que não viria nada, que era aquilo mesmo que estava lendo, fui capaz de entender.

É um material bem triste, e coloca em questionamento vários temas como até onde a ciência intefere na nossa vida, até onde a gente deixa -e acredita- que isso possa dar certo.

Charlie, o personagem principal, é incrível. Super corajoso, e nos faz ter um olhar diferente, mais inclusivo possível, para com pessoas com uma condição especial como a dele. É bem incrível.

As primeiras páginas são em formato de relatório, apenas, e logo depois começam a aparecer alguns diálogos, também. Mas o livro inteiro é contado dessa forma. Foi bem diferente esse aspecto pra mim, mas tranquilo de se acostumar!

De 0 a 10, 10.

ASSINE A NEWSLETTER DO BLOG para receber no seu e-mail, e-mails quinzenais com as novidades do Café, e com antecedência os posts que sairão no site. Além disso, você também recebe novidades/promoções de sites, e do mundo da Comunicação!

Continue me acompanhando nas redes:

Instagram

Facebook

Youtube

COMPRE MEU LIVRO! Disponível na versão física e e-book!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *