Resenha: Tartarugas até lá embaixo

Oi, gente, tudo bem? Hoje venho trazer para vocês a resenha desse livro incrível que li recentemente.

Sinopse:

A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Como muito dedicada, não pesquisei sobre o livro antes e não tinha muita ideia do que ia encontrar pela frente. Fiquei bastante surpresa com os personagens de John Green, a forma que a condição da personagem principal é abordada… tudo muito interessante e novo pra mim.

Crítica

Li esse livro em inglês e é muito mais significativo, pra mim, ler exatamente o que o autor escreveu (algumas expressões e frases em inglês perdem o sentido quando traduzidas, então algumas traduções precisam ser modificadas, né).

Não vou mentir, foi um livro que demorei a “pegar no tranco”, a entender a história, o que estava se passando com os personagens e o enredo do drama. Mas quando peguei, me identifiquei completamente com a personagem principal, com o fato dela ser mega ansiosa (não pelo fato de ter TOC).

É um livro que foi interessante ver o quanto eu era parecida com a personagem, mas ao mesmo tempo, diferente.

Aza é ansiosa demais, pensa muitas vezes antes de fazer e ou falar qualquer coisa, e tem amigos que (a não ser pela melhor amiga) ficam em terceiro plano na história, John Green, dessa vez, não explorou nenhum destes na história.

Foi um “romance” bem água com açúcar, bem leve. Tem cerca de 286 páginas, ou seja, é curto e bem rápido de se ler.

Achei bem importante para termos uma rasa ideia do que se passa na mente de um ansioso (E com TOC!) Tirou um pouco daquele preconceito ou imagem que temos de uma pessoa que tem TOC.

Mesmo o livro se tratando, em boa parte, dessa condição da personagem, John Green também explorou um pouco de mistério e aventura, conforme o pai do par romântico de Aza “desapareceu”, deixando sua fortuna e seus bens para um bichinho de estimação dele. Sim, o cara tem 2 filhos mas deixa a fortuna para um animal!

Além disso, o personagem masculino da história não tem aquele complexo de tentar “curar” a condição de Aza, nem complexo de herói. Ele gosta dela, é um personagem legal (nada demais), mas sem complexo de salvador.

De 0 a 10, minha nota é 9.

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